sábado, 4 de abril de 2015

Empate mantém Racing e Estudiantes longe do topo. Gigantes ficam no 1 x1 em jogo de um tempo só



Foto: Site Oficial do Estudiantes
Estudiantes e Racing vão muito bem na Libertadores. Ambos estão na zona de classificação para a segunda fase, respectivamente nos ,grupos 7 e 8. No campeonato local porém, parecem não ter forças para brigar com São Lorenzo, Boca, River e Rosário. Ocupando posições apenas intermediárias na tabela, fizeram um primeiro tempo abaixo da crítica, no qual nenhum dos goleiros foi obrigado a praticar uma só defesa. Nem mesmo a intensidade, a pegada e a milonga, tão tradicionais no futebol portenho estiveram presentes na etapa inicial.

Engana-se quem pensa que isso se deu pelo fato de que os treinadores optaram por formações mistas devido aos jogos de meio de semana. Diego Coca e Maurício Pellegrino foram a campo com quase todos os titulares. Afinal, o time de La Plata vinha de duas derrotas seguidas e o Racing não conquista o bi campeonato a mais de cinco décadas.

Mas, a fome estava com os garotos. Principalmente do lado de Avellaneda. Fernandes, Camacho e Oscar Romero (irmão do paraguaio Angel Romero que atua pelo Corinthians) mudaram a velocidade e a característica do jogo. Mas, como a lógica detesta futebol, foram os donos da casa que abriram o placar com seu artilheiro Carrillo, que volta de contusão e também entrou em campo na segunda etapa. O merecido empate, por sua vez veio em jogada de Fernandes, revelação trazida do Defensa e Y Justicia, que driblou dois para finalizar. No rebote, o artilheiro da Libertadores Gustavo Bou emendou uma canhotassa de fora da área no ângulo. Golaço.

CURIOSIDADES
O zagueiro do Estudiantes, Leandro Desábato, aquele mesmo do lamentável episódio de racismo contra Grafite, esteve ameaçado de não jogar. Na rodada passada ele se meteu em mais uma confusão após distribuir pancadas no centroavante Pablo Oswaldo, estrela do Boca. O artilheiro fez gestos como se convidasse o oponente a comer capim na grama de La Bonbonera, o chamando de cavalo.

O goleiro Navarro do Estudiantes jogou o primeiro tempo com a camisa 1 e o segundo com a 2. Isto porque seu uniforme era da mesma cor do utilizado pelo árbitro Pablo Lunatti. Por não ter outro fardamento, Navarro jogou de colete de treino. Na etapa inicial com o número um as costas. Na segunda etapa o mesmo colete tinha o número dois.

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