sábado, 1 de agosto de 2015
Mogi fez primeiro tempo animador e arrancou ponto precioso em Belém
CRÉDITO DA IMAGEM: Fernando Torres / Site oficial do Paysandu
Foi bom, mas poderia ser melhor. Este foi o sentimento do mogimiriano que acompanhou o empate em 1 a 1 do Mogi Mirim com o Paysandu, pela 16ª rodada da Série B do Brasileiro. O Sapo fez um primeiro tempo de G4, foi dominante, mas pouco eficiente. O time treinado por Sérgio Guedes até largou em desvantagem, graças ao gol de Fahel, logo nos minutos iniciais. Sem dar tempo para os bicolores festejarem, o Mogi empatou na sequência graças à sua maior força: as laterais.
Serginho passou para Luan, que cruzou na área e Franco marcou seu primeiro gol com a camisa vermelha. Serginho é hoje o principal jogador do time (acima, inclusive, do ex-chefe Rivaldo). O atacante fez muita falta na derrota contra o Bragantino, já que oferece a Sérgio Guedes a oportunidade de escalar dois atacantes abertos (ele e Geovane), tornar Rivaldinho uma verdadeira referência e acionar os passantes Edson Ratinho e Luan. Os laterais precisam faz o que Luan fez no lance do gol: passar. Ao dar a opção, os 'quase-alas' acuaram o Paysandu, que foi presa, dentro de seus domínios no primeiro tempo.
Pela posse de bola, volume de jogo e consistência tática, o primeiro tempo mostra que, após 16 rodadas, não é mais um risco dizer que o Mogi encontrou uma formação, uma cara. Claro que falta reposição para figuras como Serginho e Rivaldo, mas é um alívio ao mogiano pensar que o time encontrou uma base a tempo de lutar contra um rebaixamento que já se desenhava óbvio.
Na etapa final, dois fatores mudaram o desenho da partida. O Mogi recuou. E recuou também por mérito do Paysandu, que é treinado pelo bom Dado Cavalcanti (que pela primeira vez enfrentou o Sapo após a passagem de 2013 pelo Romildo Ferreira). Mesmo com a pressão do rival, a defesa se comportou bem. Daniel fez grandes defesas e Renato Camilo se virou após a expulsão do colega Fábio Sanches ( e essa camisa 3 tá zicada hein...) Nos acréscimos, Ratinho ainda arrematou de longe e quase garantiu a vitória do Mogi. Se os três pontos não vieram, o ponto único pode sim, ser comemorado pelos visitantes. Contra um rival que dificilmente cederá pontos aos rivais em sua casa, o Mogi mostrou consistência para seguir com sua reação.


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