Das indefinições geradas pelo impasse na reta final do rompimento da parceria entre Hélio Vasone Júnior e Rivaldo, a mais emblemática é o nome do estádio. Assim que passou a responder como gestor do clube, o empresário paulistano anunciou a alteração na nomenclatura do estádio. Romildo Vitor Gomes Ferreira (Romildão) deu espaço para Vail Chaves. O nome do doador do terreno em que hoje está o estádio do Sapo agradou a torcida, mas não Rivaldo.
No domingo, 20 minutos antes do início da partida entre Mogi Mirim e XV de Piracicaba, Rivaldo ligou para o assessor de comunicação do Sapo, Geraldo Vicente Bertanha, o Gebê, que faz o serviço de som do estádio, para avisar que a parceria com Hélio Vasone não havia chegado ao fim. Por isso, o estádio ainda se chama Romildo Vitor Gomes Ferreira, que é pai do jogador.
O aviso foi dado à equipe do canal Premiere, que transmite as partidas no PPV (pay-per-view), e rapidamente a explicação foi prestada no serviço de som do estádio. Vasone só chegou à tribuna de honra do estádio momentos antes do jogo. No intervalo, à reportagem, disse que por “questão de bom senso”, o nome do estádio deveria ser mantido como Vail Chaves. Só depois da partida é que explicou que existem “dois pelinhos em ovo” que ainda estão sendo resolvidos para o fim da parceria entre Vasone e Rivaldo. Legalmente, apenas após o desligamento legal de Rivaldo e a ascensão definitiva de Vasone júnior à função de presidente do clube, é que a diretoria poderá solicitar a alteração do nome do estádio, que até segunda ordem, segue como Romildão.
Por Lucas Valério
Jornal O Impacto

