sábado, 26 de maio de 2012

Nautico e Cruzeiro tropeçam no futebol e ficam no 0 a 0

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Em noite de muita disputa e pouco futebol, Náutico e Cruzeiro ficaram no 0 a 0 nos Aflitos. As duas equipes se entregaram no jogo e fizeram uma partida equilibrada, apesar de tecnicamente muito fraca. O time da casa, no entanto, foi o que esteve mais perto da vitória na segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Chegou a pressionar no segundo tempo, perdeu três chances claras de gol. No entanto, esbarrou na Raposa de Celso Roth, que, quando não parou o adversário na marcação, contou com o bom momento do goleiro Fábio.

Tanto Náutico quanto Cruzeiro buscavam a primeira vitória - o primeiro fora derrotado pelo Figueirense, e o segundo ficara no empate com o Atlético-GO. Pernambucanos apostavam na força do mando de campo e no individualismo de Araújo, que deu trabalho em alguns momentos. Mineiros tinham a estreia do volante Tinga e acreditavam no congestionamento do meio-campo para encontrar um lance de gol. As duas estratégias até estiveram perto de funcionar, mas não passaram da ameaça.

Na próxima semana, o Brasileirão dará um tempo por conta dos amistosos da Seleção Brasileira. A bola voltará a rolar no dia 6 de junho, uma quarta-feira, quando o Náutico irá ao Rio de Janeiro, onde encara o Vasco, às 20h30m (de Brasília), em São Januário. Já o Cruzeiro jogará na quinta-feira, também no Rio de Janeiro, contra o Botafogo, às 20h30m, no Engenhão. Alexandre Gallo mostra seu lamento durante empate nos Aflitos. Aos que esperavam um jogo muito pegado nos Aflitos, os primeiros minutos mostraram que os prognósticos estavam certos. A briga no meio-campo era grande, e muitas faltas foram marcadas. Foi justamente em uma, na entrada da área, aos três minutos, que o Náutico teve sua primeira chance. Após estourar na barreira, a bola sobrou para Ronaldo Alves, que caiu e pediu pênalti. No lance seguinte, o Cruzeiro deu o troco, em um chute de Wellington Paulista para fora.

Vídeo: Náutico 0 x 0 Cruzeiro



Aos sete minutos, o Cruzeiro levou um susto. Fábio tentou driblar Cleverson, perdeu a bola e quase entregou o ouro. O meia alvirrubro ficou sem ângulo e não aproveitou a oportunidade. Mas o Náutico chegou novamente, com Auremir, que foi ao fundo, pela direita, e cruzou. A bola chegou a Lúcio, que bateu cruzado, com força, mas para fora. O Cruzeiro pressionava a saída do Timbu e até tinha mais posse de bola, mas só conseguia chegar à área adversária com bolas alçadas de faltas cobradas da intermediária. Montillo era marcado individualmente por Derley e reclamava das faltas sucessivas do volante.

A Raposa só chegou com perigo aos 23 minutos. Após boa jogada individual de Wellington Paulista, a zaga rebateu o cruzamento, e a bola sobrou para Souza. O meia bateu da entrada da área para defesa de Gideão. Já o Timbu insistia em jogar pelo centro, justamente onde a marcação celeste era mais forte. As costas de Marcelo Oliveira se ofereciam como caminho, mas pouco foram usadas. O lance que chamou mais atenção no primeiro tempo não um foi uma chance de gol, mas uma confusão com a arbitragem. Aos 36 minutos, Charles, do Cruzeiro, recebeu o segundo cartão amarelo e, consequentemente, o vermelho, após cometer falta. Auxiliado pelo bandeira, o árbitro voltou atrás e transferiu o cartão para Diego Renan, que também participou do lance.

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As duas equipes voltaram mudadas para o segundo tempo. O lance polêmico envolvendo Charles, na primeira etapa, deu chance para mais um estreante. Willian Magrão foi para o jogo no lugar do volante amarelado. No Náutico, Rhayner e Sousa entraram na vaga de Cleverson e Glaydson, respectivamente. O que não mudou foi a história do jogo. Os primeiros 15 minutos foram de muita disputa, faltas e cartões amarelos. No Timbu, Araújo dava muito trabalho à defesa adversária. Ele, que já havia tido uma chance aos 11 minutos, saiu na cara de Fábio, aos 17 minutos. O goleiro celeste fez uma grande defesa, na melhor oportunidade do jogo. Fábio foi, novamente, importante, pouco depois, em cobrança de falta de Souza.

O Náutico cresceu na metade do segundo tempo. Com três atacantes, após a entrada de Rodrigo Tiuí, o time da casa foi para cima. Aos 26 minutos, após escanteio, Derley cabeceou sozinho, quase dentro da pequena área, e jogou para fora. O ímpeto do Timbu, no entanto, não durou muito. O Cruzeiro enrijeceu ainda mais a marcação e igualou o jogo, embora não chegasse com perigo ao gol adversário. Pior para as duas equipes, que ainda não venceram na competição e seguem em busca do melhor futebol.

FONTE: GLOBOESPORTE.COM

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